Projetos da EMTU já têm vencedores!

   As concorrências públicas para elaboração de projeto funcional dos corredores Itapevi-Butantã e Guarulhos-Tucuruvi da EMTU - Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, já foram finalizadas. Os vencedores foram divulgados no último sábado no Diário Oficial do Estado.

   Os consórcios vencedores ficarão responsáveis pelos projetos - de básico (estudos preliminares) a executivo (oficial final) - dos futuros corredores, mas não da construção e operação, que ficarão para próximas licitações.

   O projeto do corredor Itapevi-Butantã, que correrá paralelamente aos trilhos da Linha 8-Diamante da CPTM, ficará sob responsabilidade do Consórcio Metropolitano Geométrica-Logit, que venceu outros sete concorrentes, pelo menor preço (R$ 2.063.699,77). A responsabilidade será a de fazer o projeto funcional de todo o corredor, e os básico e executivo do trecho prioritário, Itapevi-Jandira, de 5km.  Com 33km totais de extensão, o corredor passará por áreas ditas como estratégicas pelo governo, para influenciar a melhor ocupação do solo no entorno da linha ferroviária. Atravessará os municípios de Itapevi, Jandira, Barueri, Carapicuíba, Osasco e São Paulo, chegando até a estação Butantã da futura Linha 4 do Metrô.

   Já o corredor Guarulhos-São Paulo ficou com o Consórcio Projeto Corredor Guarulhos, por R$ 5.080.000,00, que venceu outras oito propostas. Esse consórcio responderá pelos estudos funcionais de todos os trechos, com a elaboração do projeto executivo do primeiro trecho. Ao total, o corredor será constituído por três trechos: I- Guarulhos-Taboão <> São Paulo-Metrô Tucuruvi; II- Taboão <> São João;  e III- Guarulhos-Vila Endres <> São Paulo-Penha. O corredor privilegiará faixa à esquerda, podendo conter uma passagem subterrânea exclusiva na região central de Guarulhos.

   Bom, essa é a notícia. As obras têm previsão inicial de construção para o segundo semestre deste ano, mas tudo dependerá dos estudos, da verba, das licitações e de muita vontade política. Esperemos que esses corredores saiam do papel o mais rápido possível, diferente do que acontece hoje com a extensão Diadema<>Brooklin do corredor ABD. Esta última, vira e mexe, sempre está com as obras paralisadas e com novas previsões de conclusão.

Será que sai?

Até mais



Escrito por Andreh França às 19h10
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Rodoanel MUITO mais cedo!

   Anotem em suas agendas a seguinte data:

   27 de Novembro de 2009, 11h45.

   Por mais difícil que seja acreditar, a Dersa anunciou ser esse o exato momento de inauguração do trecho sul do Rodoanel Mario Covas. Algo difícil de crer, já que a nova data antecipa em 19 meses a previsão de descerramento da placa. As obras, que encerrariam-se 48 meses após o início da construção, terão fim com somente 29 meses. De acordo com a diretoria de engenharia da Dersa, a antecipação de entrega dos 61,4km de estrada será possível por motivo de as licenças ambientais e desapropriações já estarem finalizadas. Com caminho livre, as obras prosseguem com maior velocidade.

   Serão gastos, ao todo, R$ 5 bilhões. O trecho sul do rodoanel ligará o final do trecho oeste (ligação com a Regis Bittencourt) com as rodovias Imigrantes, Anchieta, contando com uma ligação para o município de Mauá. Com isso, o corredor a ser formado pelas avenidas Papa João XXIII (Mauá) e, futuramente, com a extensão da Jacu-Pêssego (São Paulo), proporcionará uma ligação temporária também com as vias Ayrton Senna, Dutra e Fernão Dias, na espera pelo trecho leste.

    Com a implantação do trecho sul, o Governo do Estado espera retirar cerca de 301mil veículos por dia da Marginal Pinheiros, e 85mil da Avenida dos Bandeirantes. Essas vias, hoje, comportam a maior parte dos deslocamentos de turismo e transportes para o litoral sul de São Paulo. O alívio de tráfego é mais que necessário.

MAIS PEDÁGIOS POR AÍ?

    E como não poderia deixar de ser, já há previsão de cobrança de pedágio no trecho sul do Rodoanel. Assim, como o trecho oeste, o trecho sul deverá ser, em um primeiro momento, administrado pela Dersa, de forma gratuita, e repassado à iniciativa privada em cerca de 1 ano depois.

   Mas para a exploração comercial desse vital caminho, o governo espera receber gordas contrapartidas do poder privado. O vencedor do trecho, provavelmente deverá ficar responsável por projeto e custos e operação do futuro trecho leste - quiçá até mesmo o Norte. Vale colocar que o governador José Serra já havia prometido iniciar a construção - ou bem encaminhar - do trecho leste até o final de seu mandato.

    Pois bem, a maior obra rodoviária do país, e talvez mais importante, começa a ter o destino acertado... e adiantado. Esperemos que as recentes previsões estejam certas. Com o trecho sul do Rodoanel, o 'gargalo logístico' de São Paulo, finalmente, será minimizado.

   Será que podemos confiar nessa nova previsão? Bom, anotemos a data na agenda... e esperemos!

Até lá.



Escrito por Andreh França às 23h20
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Sem ar... é o que o povo quer?

  O que é preferível? Um ônibus com ou sem ar condicionado?

  Em um dia como o de hoje - 36ºC em São Paulo - possivelmente a resposta seria favorável ao ar instalado. Um ar mais fresco com certeza seria mais convidativo que o mormaço dos espaços abertos. Mas não é exatamente isso que pensam os mais de 85% dos entrevistados de uma pesquisa realizada pela SPTrans, gerenciadora do transporte na capital.

   Segundo os resultados, a grande massa da população prefere os veículos coletivos sem a instalação de ar condiconado, com tão somente a temperatura ambiente.

   Bom, para algumas pessoas, o ar condiconado desregulado de alguns veiculos é um verdadeiro veneno. Mesmo em dias de frio, um ar extremamente gelado é comum de ser sentido. Fácil, fácil para alguém ficar gripado. O mesmo costuma ocorrer nas poucas composições de trens dotadas com o sistema.

   Em 2004 começou em São Paulo um movimento para a instalação de ar condicionado em grande parte da frota de ônibus da capital. Os novos veículos já deveriam começar a funcionar com o aparelho incluso e janelas "seladas" - uma vez que com o ar, não é necessário abrir a janela para refrescar o ambiente. Porém, a refrigeração tornou-se um motivo de reclamações para os usuários. A partir desse ponto, a SPTrans começou a fazer pesquisas com usuários e constatou que o 'ar' não tinha grande aceitação.

   Há poucos anos, as viações deixaram de trazer veículos refrigerados. Os poucos já adaptados começaram a ser readaptados, com o desligamento do equipamento e reabertura das janelas. Hoje, o ar condicionado não mais é necessário nos ônibus da capital.

   Para as empresas, isso pode representar um ganho, já que os gastos com manutenção tendem a cair com o desuso do sistema de refrigeração. Há quem afirme, também, que o desempenho dos veículos dotados de 'ar' seja imensamente inferior aos demais, não compensando seu uso. Além disso, o barulho realizado pelo motor acaba sendo batante ou mais desagradável nesses veículos. Sendo assim, o melhor tem sido retirar o 'ar' e abrir as janelas.

   Em tese, a população sairia perdendo com isso, já que as viagens tenderão a ser cada vez mais quentes e incômodas. Mas, ao contrário desse pensamento, essa é a vontade da população. Será que é realmente isso que o povo quer? Diante as constantes reclamações de usuários, tenho cá minhas dúvidas.

Fazer o que... até lá.



Escrito por Andreh França às 22h00
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'Sinergia': palavra de ordem

   Interessante como alguns termos pouco usuais do nosso dia-a-dia, podem se tornar tão recorrentes no noticiário. Uma palavra que tem seguido esse caminho leva a nomenclatura de 'Sinergia' e tem sido bastante utilizada para descrever as operações de compra, venda e fusão de empresas.

   De acordo com o dicionário Houaiss, na rubrica "Comércio e economia", 'Sinergia' é o mesmo que uma "ação conjunta de empresas, visando obter um desempenho melhor do que aquele demonstrado isoladamente".

   No caso mais recente, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que a compra de 49,99% do Banco Votorantim pelo Banco do Brasil proporcionará "uma sinergia" entre ambas. Isso significa que a compra, totalizada em R$4,2 bilhões fará com que o Banco do Brasil amplie sua presença no mercado de financiamentos de construção e de automóveis, nos quais o BV tem experiência. Já para o BV, a sinergia proporcionará maior crescimento e a ampliação das ações realizadas atualmente.

  Em caso anterior, a 'Sinergia' de maior destaque foi a apontada quando do anúncio de fusão entre as também instituições financeiras Itaú e Unibanco. Os representantes de ambas afirmaram que durante os próximos tempos, não realizarão união das operações em território nacional. Nesse período, dariá-se início a uma 'sinergia' entre ambas. O significado exato dessa ação não foi esclarecida pelo novo grupo, mas especula-se tratar de um processo de 'troca' de ações entre as instituições.

Analisando por esse prisma, percebe-se que a explicação ortográfica do dicionário Michaelis faz bastante ou mais sentido: "Simultaneidade de forças concorrentes".  É bom colocar que todos os envolvidos nesse processo são bancos, nacionais, concorrentes e que buscam um crescimento imediato. A futura sinergia entre Itaú e Unibanco já colocou a nova instituição na posição de maior banco do hemisfério sul. Já para o BB, que perdeu o trono das terras tupiniquins, essa sinergia proporcionará um crescimento importante para se aproximar novamente da liderança do mercado bancário.

   O ideal que todos perseguem é esse: crescimento. Com isso, a palavra de ordem do setor é 'Sinergia'. Tratemos de colocá-la de forma mais usual em nosso vocabulário.

Até lá.



Escrito por Andreh França às 22h40
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Novo 'Cultura Artística': grandioso!!!

   O novo Teatro Cultura Artística começa a renascer. Após ter sido consumido pelas chamas do incêndio de 17 de agosto de 2008, o teatro começa a ter sua reconstrução encaminhada. Com projeto pronto, de autoria do arquiteto Paulo Bruna - tido como sucessor de Reni Levi, autor do projeto original - , a Sociedade Cultura Artística - SCAR espera somente a aprovação pelo Ministério da Cultura para começar a captar recursos.

   O novo prédio teria as dimensões ampliadas. Os 4.525 m² atuais passariam para 10.500 m². Apesar disso, diminuiria-se a quantidade de auditórios, de dois para apenas um, que comportaria mais de 1.400 lugares para espectadores, divididos em dois níveis de platéia e mais nove camarotes em cada lateral.

   O palco teria 14 metros de profundidade e 25 metros de largura, com espaço inferior para uma orquestra. Um ambiente assim comportaria diversas modalidades de  apresentações: musicais, dança, teatro, ópera, etc.

   Dentre outras novidades, estão os espaços de entrada. Pequenas lojas e áreas para pequenos eventos antecederiam o auditório. Esses locais foram projetados como forma de gerar receitas outras para o SCAR. Os acessos seriam dados por escadas rolantes e elevadores, garantindo a acessibilidade de todos.

   Mas a característica mais marcante do teatro há de ser preservada: o mosaico do artista carioca Di Cavalcanti. A obra, que marca a fachada do prédio, permaneceu intacta após o incêndio. Mesmo assim, será necessário uma restauração, tida como "simples", mas não muito barata. O restauro, por conta do valor artístico e histórico, é avaliada em cerca e R$ 6 milhões.

   Calculando o valor total da reconstrução, caso seja realmente aprovado o projeto, é de cerca de R$ 75 milhões, sendo R$30mi para a estrutura do edifício e mais R$45mi para a parte interna.

    Mais que valores financeiros, a reconstrução do Cultura Artística terá grande simbolismo. Lugar de apresentações de grandes nomes do cenário artístico nacional e internacional, o teatro será peça-chave no processo de revitalização do centro da cidade. Além disso, a finalização da obra, segundo previsões, é para 2012, ano em que o Cultutra Artística competará 100 anos de existência.

    Uma boa notícia... tomara que o Cultura Artística possa voltar ao destaque de outros tempos. Revitalizado e grandioso.

    Até lá



Escrito por Andreh França às 11h43
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+1adendo

Até que foi rápido. O TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) derrubou a liminar que proibia a cobrança de pedágio no Rodoanel Mario Covas. Com isso, a concessionária RodoAnel, do grupo CCR, pode continuar cobrando a tarifa normalmente.

O dia de hoje havia sido agitado. A concessionária acabou contrariando a liminar e continuou cobrando a tarifa. Pela tarde, a cobrança chegou a ser suspensa. O juiz Romulo Russo Jr. disse para uma equipe de reportagem que sua decisão tinha sido bastante "madura", após analisar o caso minuciosamente. Ele disse, porém, que o caso de cobrança de outras praças necessitaria análises outras. O governo, logo de cara, declarou que aquela era uma lei antiga - datada de 1953 - , não mais praticável nos dias atuais. No fim da tarde de hoje, veio a definição da justiça.

Vale destacar > O processo que gerou toda essa polêmica foi movido por um jovem de 20 anos, por meio de sua mãe, que é advogada especialista em direito do consumidor. Dizem ter sido movidos pela cidadania e pelo interesse coletivo, já que nem pelo rodoanel têm costume de passar. Em vezes passadas, a dupla conseguira outras vitórias judiciais, como a suspensão de pagamento de salário e verba de gabinete a 22 deputados suplentes de Brasília. Fica o registro.



Escrito por Andreh França às 20h35
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Justiça suspende cobrança no Rodoanel!!!

Essa é quente... A 5ª Vara da Fazenda Pública da Capital Paulista concedeu liminar suspendendo a cobrança de pedágio no trecho oeste do Rodoanel Mario Covas. A decisão do juiz Rômulo Russo Jr. baseou-se no artigo 1º, Parágrafo 8º, da Lei Estadual 2.481/53, que diz ser proibida cobrança de tarifa em praças de pedágio em área igual ou inferior a 35 km de distância do marco zero, Praça da Sé, centro da capital paulista.

De acordo com o juiz, a cobrança seria 'lesiva à sociedade', já que implicaria aumento significativo no valor do transporte comercial, com consequente aumento do valor de produtos repassados ao consumidor final.

Bom..a justificativa é uma verdade absoluta. O setor de transportes, como um todo, não tem visto com bons olhos o aumento no número de praças de pedágio nas rodovias, já que o custo das viagens tem aumentado, encarecendo os serviços e diminuindo a rentabilidade.

Para a concessionária RodoAnel, administrada pelo grupo CCR, nenhum comunicado oficial havia chgado aos conhecimentos da empresa. Em nota publicada no início da noite de hoje, a CCR disse que irá cumprir qualquer determinação judicial, verificando os procedimentos cabíveis.

Vale lembrar que a RodoAnel já repassou ao governo R$ 750 milhões, de R$2 bilhões previstos. O valor é repassado para a construção do trecho sul do rodoanel.

Ok... a briga vai começar... mas algo nessa decisão está errado:

O juiz tomou por base a colocação de proibição de instalação de praças de pedágio até 35km da Praça da Sé. Ok. Mas o que fazer então com os demais pontos de cobrança que se encontram abaixo dessa limitação? Se fosse seguir a regra à risca, as praças de pedágio da Rodovia Castello Branco (Alphaville Km 18 e Jandira KM 33) deveriam ser desativadas. Pelo mesmo prisma, todas as praças localizadas no sistema Anchieta-Imigrantes também estariam ilegais (Riacho Grande KM 31, Piratininga KM 32), além das saídas para São Bernardo e Diadema; a praça de Arujá, da Dutra; de Itapecerica da Serra, da Regis Bittencourt; de Perus, da Anhanguera; de Campo Limpo Paulista, da Bandeirantes e a futura Mairiporã da Fernão Dias.

Por que será que a lei não foi aplicada a essas demais praças? Bom.. com certeza, para o governo, será mais fácil derrubar a lei e a liminar, que necessitar desativar todas essas praças, renegociar com as concessionárias e ressarcí-las com os prejuízos.

Esperemos para ver os resultados.

Até lá.



Escrito por Andreh França às 00h00
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Gostei da brincadeira de concessões... e venho então, com pílulas rodoviárias

:: BRVias perde a concessão

E no dia de ontem, uma notícia que surpreendeu o mercado. A BRVias, que havia ganhado a concessão do trecho oeste da Rod.Mal.Rondon, foi desclassificada pela Artesp, agência reguladora do transporte estadual, para a operação da via. De acordo com a agência, o consórcio não tivera apresentado documentos e garantias financeiras para os investimentos necessários. Apesar da decisão, a BRVias ainda pode recorrer até semana que vem.

:: Mais um triunfo da Triunfo

Com a desclassificação da BRVias, a Artesp deverá trabalhar com a possibilidade de a segunda colocada assumir a operação do trecho. Por um acaso, esse lugar havia ficado com a Triunfo Participações, a mesma que ganhara a concessão do corredor Ayrton Senna-Carvalho Pinto (veja post anterior). A Triunfo oferecera um deságio de 40% ao teto estipulado pelo governo. A BRVias ganhara com 40,6%.

:: Outras concessões são sucesso

Tirando a BRVias, todos as outras empresas que venceram a licitação de concessão de trechos de rodovias estaduais foram aprovadas. Vale destacar que o consórcio Brasinfra - formado por Cibe, Ascendi e Leão&Leão - levou o trecho leste da Mal.Rondon; o consórcio Invepar/OAS conquistou o trecho oeste da Raposo Tavares; e a Odebrecht ofereceu menor ágio para ter a D.Pedro I. As concessões serão de 30 anos, com investimentos totais de cerca de R$ 8 bilhões.

:: Fernão Dias tem novo pedágio amanhã

A partir da Zero Hora do dia 9 de janeiro - daqui a pouco - a concessionária Autopista, da OHL, deverá iniciar a cobrança de tarifa na praça de Vargem - SP, divisa com Minas Gerais. O preço será de R$1,10 para carros, R$2,20 para ônibus, R$0,55 para motos e R$1,10/eixo para caminhões. As praças mineiras de Santo Antonio do Amparo e Itatiaiuçu já funcionam desde 19 de dezembro. Até o fim do ano serão mais 5 praças em funcionamento.

:: Tinha um trem no meio do caminho

Um caso que seria cômico, se não fosse trágico. Por causa de um pedágio e de um trem, moradores do bairro de Aldeinha, Itapecerica da Serra, costumam ficar ilhados. É que com o início da cobrança de tarifa na Regis Bittencourt, um acesso ao município foi fechado - para forçar os motoristas a passarem pela nova praça de cobrança - restando um outro mais à frente. Acontece que entre essas duas entrada há a passgem de uma linha de trens de carga, e, há horas em que as composições simplesmente param, interditando a única passagem existente. Concessionárias e governo dizem tentar solucionar o caso.

E é isso... até lá.



Escrito por Andreh França às 22h42
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O Triunfo da Triunfo!

   Foi difícil, mas aconteceu. A Triunfo Participações foi declarada a vencedora da concorrência internacional de concessão do sistema rodoviário Ayrton Senna-Carvalho Pinto. Com cobrança de R$ 0,048560 por quilômetro - valor 54,9% menor que o estipulado pelo governo no edital -, a Triunfo explorará os 142 mil metros das rodovias pelos próximos 30 anos.

  Apesar de a Triunfo ter sido declarada vencedora no final de outubro, somente agora foi dada como apta a administrar o trecho rodoviário. Por problemas de documentação, a concessionária quase foi descartada da concorrência. Caso isso acontecesse, a vitória seria dada ao consórcio Primav Eco Rodovias (EcoRodovias, que em SP administra o sistema Anchieta-Imigrantes). Além desses, participaram da concorrência a BRVias (parceria entre a construtora WTorre e o Grupo Áurea, do grupo dono da Gol Linhas Aereas), Invepar (da construtora OAS), CCR (que detem concessão das rodovias Dutra, Bandeirantes, Anhanguera, Castello Branco, Raposo Tavares e Rodoanel) e Cibe, do interior paulista.

  Passado o tenso período de habilitação, a Triunfo se prepara para iniciar os investimentos previstos. Entre as obras iniciais, estão a adição de uma faixa em cada sentido entre Mogi das Cruzes e Guararema, além das novas faixas da Marginal Tietê entre a Ponte Tatuapé e o início do trecho concedido.

   Vale lembrar que este, talvez, tenha sido o corredor rodoviário cuja concessão era mais aguardada. Estratégico, o sistema Ayrton Senna/Carvalho Pinto se dá como alternativa viável à já complicada Rod.Pres.Dutra, em seu trecho até o Vale do Paraíba. Com a proposta vencedora, a tarifa não deverá ficar maior que a Dutra, atraindo os motoristas que preferirem maior economia. Vale lembrar também que vagos projetos de extensão do corredor sentido Rio de Janeiro ainda são possibilidades futuras.

   Pois bem... o fato é esse: a Triunfo acabou mesmo arrematando o concorrido trecho. Um triunfo para a empresa... e mais gastos para os usuários da via...

Até mais.



Escrito por Andreh França às 00h00
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Quatro operações para São Paulo

A cidade de São Paulo está prestes a instituir a criação de mais quatro "operações urbanas". O anúncio foi feito pela prefeitura municipal, que vê nesses programas, formas de melhorar a saúde financeira da cidade, deixando aquecidos setores de comércio e construção civil.

Como anunciado, nos próximos quatro anos haverá a promoção das operações urbanas Vila Sônia, Vila Maria, Vila Leopoldina e Diagonal Sul, que segue o curso do rio Tamanduateí. Atualmente, estão em prática as operações Água Branca, Centro, Faria Lima e Água Espraiada.

Uma operação urbana é constituída por programas de incentivo ao uso do solo na cidade. A ação mais comum a todas as operações urbanas realizadas é a de "distribuição" de Cepac's (Certificados de Potencial Adicional Construtivo). Esses Cepac's são autorizações adquiridas por empresas (em especial, construtoras) em leilões específicos da Bolsa de Valores. Com eles, as empresas ficam permitidas a construir além do que o permitido pelas leis de zoneamento locais.

Na contrapartida, essas empresas desembolsam um alto valor à prefeitura, que por sua vez será obrigada a reinvestir o valor em obras de infraestrutura na exata mesma região. Ou seja, seria uma forma de investimento indireto.

Nas operações urbanas também pode-se haver a regularização de imóveis, a cessão de áreas públicas, a concessão de exploração de regiões, etc.

Com essa medida, a prefeitura pretende incentivar a ocupação do solo em locais um pouco degradados e/ou com potencial de crescimento, além de aumentar o caixa do município, que já neste ano sofrerá com os efeitos da crise financeira internacional.

Essa é uma alternativa interessante. Aliás, são quatro alternativas interessantes. Elas devem contribuir para o desenvolvimento dessas regiões, meio que esquecidas pelo poder público. Tão logo as operações tenham início, veremos surgindo projetos diferenciados para esses locais, sem porém, a garantia de execução... esperemos e torçamos para o sucesso dos programas.

Até lá.



Escrito por Andreh França às 08h50
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2009 - Ano Novo... fase nova!!!

Olá a todos... como é bom retornar a este espaço. Já estava sentindo falta dessa rotina frenética, que é postar o InfraNews.

Mas a virada de ano ocorreu; já estamos em 2009. Muito trabalho há pela frente. E, como prometido, muitas novidades.

Este mês de janeiro será especial, já que celebro o 1ºano do blog. Logo logo será hora de apagar as primeiras velinhas. Um momento interessantíssimo, que será base para o lançamento da nova logomarca (essa acima). Aos poucos, a nova linguagem tomará forma, não só visualmente, como também de escrita, tamanho e conteúdo adicional. Mas explicarei cada um a seu tempo.

Para agora, resta-me dar o 'start' dessa nova fase. Um novo ano, uma fase nova; de muito trabalho e de crescimento.

Chegou 2009. O "InfraNews" está de volta!

Até amanhã!



Escrito por Andreh França às 20h00
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