CCR vai "Controlar" inspeção

Não se assuntem com o título, porque é isso mesmo que vai acontecer. A CCR, Companhia de Concessões Rodoviárias, acertou, nesta semana, a compra da empresa Controlar, responsável por realizar a inspeção veicular obrigatória na cidade de São Paulo. A CCR pagará mais de R$ 121 milhões por 45% da empresa. Isso, de forma direta. Mas indiretamente ela ainda levou mais 10% da Controlar, por conta da empresa portuguesa Brisa, que é acionista da CCR. A Brisa desembolsará mais R$ 26 milhões. A companhia de concessões diz que a compra foi resultado da necessidade da empresa em diversificar ações. Vale lembrar que só em São Paulo ela está por trás do controle dos sistemas AutoBan (Anhanguera e Bandeirantes), NovaDutra (Dutra), ViaOeste (Castello Branco e Raposo Tavares), RodoAnel (Rodoanel Mario Covas) e ViaQuatro, que será responsável pela operação da Linha 4-Amarela do Metrô paulistano. Com a Controlar, as receitas devem aumentar em mais de uma centena de milhão (em reais), já que São Paulo tem justamente a maior frota de carros do país para inspecionar. Dentre toda essa realidade, ainda há uma ponderação: o negócio só será fechado mesmo, quando houver aprovação pela prefeitura da capital. Isso porque a Controlar foi a empresa que ganhou uma licitação pública para realizar o serviço de inspeção. A entrada da CCR representaria mudanças quanto à organização da empresa vencedora, e isso deverá ser analisado. Pois bem. Creio que essa notícia tenha se destacado nessa semana. A CCR deve 'Controlar' a inspeção veicular na capital. É esperar pra ver. Até mais.
Escrito por Andreh França às 22h10
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Pontos de Fretados

Escrito por Andreh França às 19h02
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Mudaram Cachoeirinha

Podem acreditar. O governo do estado está planejando nomear uma futura estação do Metrô-SP como Centro Cultural Ruth Cardoso. A estação em questão é a Cachoeirinha, parada final de um dos ramais da futura linha 6-Laranja. Isso ficou claro quando do lançamento dos editais de licitação para estudos arquitetônicos e estruturais da linha 6, ocorrido recentemente. A nova linha, lembrando, ligará a estação São Joaquim, da linha 1, à nova estação Freguesia do Ó. De lá, pela primeira vez no sistema paulistano, haverá uma bifurcação, com trens seguindo alternadamente para Brasilândia e Cachoeirinha, ambas na zona norte/noroeste da cidade. O caso de surpresa ocorreu com a estação Cachoeirinha, que se localizará junto ao terminal de ônibus homônimo. O governo começou a preferir a denominação de um local de interesse em vez de o nome do bairro. Há possibilidade que a estação passe apenas a ter o mega nome composto "Cachoeirinha-Centro Cultural Ruth Cardoso", tal qual acontece hoje na linha 2-Verde, na estação "Santuário Nossa Senhora de Fátima-Sumaré". Caso seja assim, fica estranho. Na linha 2, os operadores de trens (maquinistas), nunca se referem à estação Sumaré aliada ao nome da igreja, ficando nos mapas apenas como uma referência local. Casos de referências a locais já aconteceram antes. A antiga estação Eusébio Matoso da linha C da CPTM (atual Linha 9-Esmeralda), foi inaugurada sob o nome de "Hebraica-Rebouças". Hebraica é o nome de um famoso clube, próximo à estação. Na futura Linha 4-Amarela, a estação Higienópolis ganhou a adição do nome da escola e universidade vizinha, Mackenzie, transformando-se em "Higienópolis-Mackenzie". Na linha 2, o caso mais antigo do Metrô, onde parque e museu formaram o nome da estação central do ramal Paulista, "Trianon-Masp". Na CPTM também podem se destacar os casos de Cidade Universitária (Linha 9) e USP Leste(Linha 12), apesar destas simbolizarem mais a área dos campi da universidade pública. Nessa conta, já descarto as comparações com os aditivos de times de futebol implantados em algumas estações na cidade [Corinthians-Itaquera, Palmeiras-Barra Funda (L3), Portuguesa-Tietê (L1), Santos-Imigrantes(L2) e a futura São Paulo-Morumbi(L4)]. Esse caso, história à parte do Metrô paulistano, não possui exata lógica com localizações. Serve mais como homenagens aos ícones da paixão popular. Sem sentido, cheio de interesses. Voltando... com relação aos nomes, houve intenções de mudança de nomes em algumas estações, tais como Centro Cultural São Paulo, no lugar de Vergueiro, e Parque da Juventude, no lugar de Carandiru. Na própria linha 6-Laranja, há quem diga que para dar apoio à causa, a Universidade Paulista - UNIP teria feito a solicitação de mudança do nome "Estação Santa Marina", para "Estação UNIP-Marquês", já que a linha já terá referências às faculdades Mackenzie e PUC. Por enquanto nenhuma mudança nesse sentido. E é isso... pelo jeito, mais uma estação de nome composto virá para a capital. Pode ser que essa seja apenas uma tentativa. Pode ser que mudem. Ainda há muito tempo para sua construção. Mas fica aqui o registro da intenção da mudança. Será que o nome Cachoeirinha permanecerá? É esperar para ver. +1adendo Houve mais mudança na Linha 6-Laranja. De acordo com os editais, a antiga estação "Bexiga", a ser localizada no centro da cidade, nas proximidades da avenida Nove de Julho, mudou de nome. Agora ela se denominará "Estação Bela Vista", que também faz referência ao bairro. Até mais
Escrito por Andreh França às 14h15
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Olá... hoje venho com pílulas sobre projetos da CPTM :: Próxima estação: Pantanal Pois é.. Pantanal. Não confundam com a bela região do centro-oeste brasileiro, nem com a novela de Benedito Ruy Barbosa recém reprisada no SBT. Esse Pantanal faz referência ao nome da favela localizada na região de São Miguel Paulista, zona leste da cidade. Acontece que a CPTM confirmou a intenção de construir uma estação entre São Miguel e Comendador Ermelino, na linha 12-safira. A distância entre essas duas estações é de cerca de dois quilômetros, o que torna mais difícil o acesso de moradores da região do Pantanal. A estação, porém, deverá se chamar Vila Nova União - ou União Vila Nova, como também é chamado o bairro. :: União nas ruínas E o projeto da estação Vila Nova União, ainda embrionário, contempla implantação de ciclovia, centro cultural e até mesmo uma nova unidade do Poupatempo. Mas o destaque mesmo vai para uma estrutura já existente: as ruínas do Sítio Mirim, tombadas há mais de 30 anos. O local, que já servira de parada a bandeirantes no século 18, com paredes de taipa e pilão, está bastante deteriorado por conta do tempo e do vandalismo. O projeto da estação levou em conta a localidade, com o objetivo de preservar a área histórica. :: Vila Aurora na mira Boa notícia, a CPTM lançou edital para a realização do projeto executivo de implantação da estação Vila Aurora, da linha 7-Rubi. A estação ficará entre Jaraguá e Perus, e terá a incumbência de atender os bairros próximos, distantes das duas estações anteriormente citadas. :: VLT improvisado O projeto do VLT de Mogi das Cruzes, que pretende substituir o serviço de trens atual pelos 'novos bondes', foi apresentado à população da cidade de Mogi. Na apresentação, que citou as alterações que o modal proporcionaria na cidade, ficou a dúvida sobre a organização do projeto. Ainda há problemas sem solução aparente, como o compartilhamento dos trilhos com os cargueiros da MRS, a retirada dos muros e a perfeita sincronia entre os VLTs e as travessias por semáforos. De acordo com o projeto, a ser discutido, o VLT seguirá da estação Suzano, nova parada final das linhas 11 e 12, seguindo por Estudantes (atual parada final) e chegando ao bairro de Cesar de Souza, somando 11 paradas, contra quatro atuais. :: Expresso Aeroporto pode sair mais caro E ficou definida a forma de escolha na concorrência para construção e operação do Expresso Aeroporto. Diferente das licitações de rodovias que foram realizadas recentemente, o vencedor não será aquele que oferecer a menor tarifa aos usuários, mas sim, aquele que oferecer mais contra-partida para o governo. Nisso, o governo também aumentou o teto de tarifa às concorrentes. De R$ 28, passará a R$ 35. Isso significa que o valor máximo da tarifa poderá ser de R$35. Na concorrência, dessa forma, possivelmente diminuam o valor, mas não muito. O importante será o valor pago ao governo. A tarifa deve ficar mais cara. E é isso. Até mais.
Escrito por Andreh França às 21h45
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Vai prolongar!!!
Boas notícias aos entusiastas de grandes obras e aos sofredores dos grandes congestionamentos. A Emurb - Empresa Municipal de Urbanização - determinou que o dia 10 de março será o último para a manifestação das empresas interessadas em executar a ampliação das avenidas Jornalista Roberto Marinho e Doutor Chucri Zaidan, na zona sul da cidade. 
A Roberto Marinho, também conhecida como Água Espraiada (seu antigo nome), faz a ligação da Marginal Pinheiros à Lino de Moraes Leme. Com a ampliação, de 4,5km de extensão, a via será conectada à avenida Armando de Arruda Pereira e à Rodovia dos Imigrantes, servindo de caminho alternativo à já saturada avenida dos Bandeirantes. Já a Chucri Zaidan, que liga as avenidas Berrini e Roberto Marinho à região do Shopping Morumbi, terá ampliação em direção a Santo Amaro, com término previsto para a avenida João Dias. Nesse caso, a Chucri Zaidan deverá se ligar às ruas José Guerra, Manoelito de Ornelas, Luiz Seráphico Jr. e Laguna, que, uma vez ampliadas, formarão um sistema viário capaz de atender à crescente demanda de tráfego da região. Ambos projetos fazem parte da Operação Urbana Água Espraiada, a segunda mais "lucrativa" da cidade - perdendo por pouco para a Faria Lima, mais antiga. Nessas operações, com a venda dos chamados Cepac's (certificados de potencial adicional de construção), que permitem construir edificações em metragens maiores que as permitidas por lei, o governo deve investir obrigatoriamente na região. Com a Operação Urbana Água Espraiada foi possível construir a Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira. Outras obras previstas são: construção de moradias populares, construção do corredor de ônibus da Berrini, da estação Agua Espraiada da Linha 5-Lilás do Metrô, além da implantação do VLT, ou MetroLeve, passando pela Roberto Marinho. Também está prevista uma ponte junto ao Panamby, um viaduto junto À Av.Sto.Amaro e um parque próximo à avenida Washington Luis. Bom, agora, finalmente, a Emurb lança o edital. Esses prolongamentos são mais que esperados pela população, são necessários. Saindo, fará com que o povo passe a ter novas alternativas de locomoção. Uma boa notícia. Esperemos que dê certo. Até mais.
Escrito por Andreh França às 22h55
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Vitória do Metrô
Olá. O Metrô comemorou hoje a decisão do TCE - Tribunal de Contas do Estado - sobre a continuidade da licitação da segunda fase da Linha 5-Lilás. Há menos de um mês, o órgão havia suspendido a publicação do edital por conta de ação movida por duas empresas (Delta Construções e Galvão Engenharia) que se sentiram lesadas com a quantidade de exigências impostas pelo governo. Mas agora, após a Companhia do Metropolitano (Metrô) apresentar suas justificativas, o TCE decidiu aprovar o edital sem nenhuma alteração, dando por improcedentes as representações das empreiteiras. O Metrô, através de seu site institucional, classificou a decisão do TCE como "vitória". Possivelmente, pelo rápido trâmite, não deverá haver atraso significativo no processo da licitação. Dessa forma, aumenta-se a probabilidade de cumprimento dos prazos estabelecidos pela companhia para a inauguração do segundo trecho da linha (do largo Treze de Maio até a avenida dos Bandeirantes - com as estações Adolfo Pinheiro e Brooklin-Campo Belo). Porém, ainda será desafiador concluir o trecho até o final de 2010. Para os que se dizem "realistas", apenas Adolfo Pinheiro deverá ficar pronta no prazo. Mas aí... só aguardando a construção. Esperemos que novos imprevistos não venham atrasar a obra outra vez. Até lá.
Escrito por Andreh França às 01h29
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Mais uma novidade

Quem acompanha este espaço sabe que o InfraNews passa por uma transformação. Agora, mais uma novidade do layout. A paginação, agora, conta também com as informações constantes sobre tempo e temperatura e veículos automotores. Não que represente muita mudança, mas serve para deixar este espaço com uma cara mais dinâmica e atual. De pouco em pouco, vamos acertando os detalhes. Em breve, mais novidades, aguardem. InfraNews: seu canal de informação sobre infraestrutura e transportes. 1 ano no ar! Até mais.
Escrito por Andreh França às 02h15
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Entre o prejuízo e os benefícios
Não querendo polemizar, mas já polemizando, difícil definir qual a opinião sobre o anúncio do governo estadual da 'nova política tarifária do transporte coletivo metropolitano'. De acordo com anúncio feito na tarde desta sexta-feira, a tarifa do transporte metropolitano, de responsabilidade do Estado, aumentará para R$ 2,55. Atualmente, lembrando, a tarifa unitária está na casa R$ 2,40. Aumento de R$0,15; 6,3%. A nova medida entra em vigor no próximo dia 9 de fevereiro, segunda-feira, para os ônibus intermunicipais da EMTU e trens do Metrô e da CPTM. O novo valor foi definido para custeio de manutenção e renovação da frota. Os R$2,55 ainda são menores que os R$2,60 requeridos pelas empresas como valor padrão. Também é menor que o índice de inflação IPC-Fipe, que é de 6,6%. Porém, é um valor maior do que muitos passageiros estariam dispostos a gastar. Convenhamos, não é fácil desembolsar R$ 2,55 todo dia para se andar feito lata de sardinha por aí. Aliás, não é fácil desembolsar R$ 3,75 diariamente para haver integração de modais. A carência de linhas metroferroviárias para se atender a Grande São Paulo, além da baixa qualidade de algumas empresas operadoras da EMTU colocam em dúvida se o preço cobrado é realmente apropriado e merecedor. Vale, nesse ponto, destacar que o governo criou novos novas reduções para casos especiais. Entre as novidades estão as novas cotas do Bilhete Fidelidade (que pode ser comprado em 8, 20 ou 50 viagens) e a chamada 'Tarifa do madrugador', um valor mais baixo debitado do Bilhete Único no Metrô e na CPTM para aqueles que se utilizam do sistema no horário das 4h40 (início da operação comercial) até 5h20 e 6h, na CPTM e Metrô, respectivamente. Mas são tantas variações, que uma tabela é necessária: 
Vale colocar aqui que esse aumento não se aplica aos ônibus municipais, como os da cidade de São Paulo. A prefeitura continua insistindo que a tarifa não sofrerá reajuste até o final do ano. Já para os ônibus intermunicipais, o reajuste vale não somente para a região metropolitana de São Paulo, como também para as regiões de Campinas e da Baixada Santista, que se definem pela distância percorrida em cada linha. É uma gama de valores que pode chegar a confundir o usuário. Mas o que chama a atenção é o valor excessivo do reajuste. Há quem garanta que esse valor ainda não cubra os gastos com o sistema. Lembremos que a EMTU tem média diária de 1,6 milhão de passageiros na RMSP, 250 mil na RMSB e 180mil na RMC. A CPTM registra média diária de 2 milhões de passageiros/dia, e o Metrô, 3,4 milhões. Está certo que a possibilidade de integrações, inclusive gratuitas, no sistema, faz com que a tarifa seja até que baixa. Dizem, sem comprovações, que o aumento da tarifa seria estratégia para conter aumento mais significativo no sistema, que está no limite de sua capacidade. Depois da benéfica (aos usuários) e desastrada (ao sistema) integração do Bilhete Único à rede metroferroviária, que provocou a superlotação no sistema, haveria estudos de medidas que fizessem controlar a quantidade de entradas e evitar o colapso. O aumento da tarifa seria uma possibilidade de contenção. Bom, a verdadeira versão dificilmente será conhecida. Se contarmos a utilização de bilhetes especiais, há economia interessante. Mas se contarmos com as tarifas unitárias, esse valor corresponde a um quase roubo ao bolso dos usuários, que em troca pouco recebem de verdadeiras melhorias. Superlotação e qualidade continuarão a ser problema recorrente. Difícil definir a opinião sobre o aumento. Sabemos que ele está aí. Semana que vem, preparem-se... vem aumento por aí. Até mais
Escrito por Andreh França às 12h47
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